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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

sobre a paz


Escreva uma redação sobre a paz. Você deverá citar um trecho qualquer da coletânea

(...)
Acorda em mim de novo a voz distante
De horizontes sem fim e a cada instante
Traz-me a paz tão roubada ao mundo inteiro.
Arnaldo França
http://gemassilva.blogspot.com/2011/08/paz-1.html
“Violência vem de medo. Medo, de incompreensão, que vem de ignorância. E ignorância se combate com educação.” O senhor costuma citar essa frase da professora americana Leah Weels. Como a sala de aula pode contribuir para a paz? 
Educação é preparar para o futuro. Os governantes pensam que isso é instrumentalizar mão-de-obr



a para uma indústria que está se desenvolvendo, instruir para a cidadania de modo que o sujeito seja cumpridor de leis. Mas, se só pensarem desse jeito, nós não teremos muito futuro. Corremos o risco de formar uma geração, duas, três para viver como nós, e esse é um mundo inviável. Um bom engenheiro, um bom agricultor, o que eles vão fazer? Abrir mais terreno para plantar mais. E isso sabemos que tem impacto no meio ambiente. Você tem que produzir mais alimento, claro, mas não deve sacrificar uma fonte vital, como a água e as árvores. O que cabe a nós, educadores, engenheiros, cientistas? Encontrar alternativas.

Por onde se começa?
Incluindo os aspectos emocional e espiritual. Na hora em que você faz uma usina hidrelétrica e cobre um lugar onde estavam as raízes de muitas pessoas, nem percebe a angústia que gerou. A transposição do rio São Francisco é o caso mais recente. O rio, se passasse por outra região, beneficiaria mais gente. Há méritos nisso. Por outro lado, as pessoas que hoje estão perto dele sentirão um vazio quando ele mudar de lugar. E não estamos pensando no impacto desse vazio a médio e longo prazo. É mais ou menos o que acontece com uma árvore sem raiz. Se bate um vento forte, ela tomba. Assim se dá com o indivíduo que imigrou para fugir da seca, para fugir da violência, para buscar novas oportunidades. O que acontece com ele? Como fica seu passado e sua tradição?

Ele carrega tudo consigo, não?
Isso desaparece. Mesmo na cozinha. Os filhos começam a comer mais fast food do que a comida tradicional dos pais. Então, a escola básica tem como responsabilidade valorizar a cultura dos pais. Estimular a curiosidade da criança, pedindo para ela perguntar, por exemplo, como era a vida deles ou com o que o pai brincava quando tinha a idade dela. Dificilmente uma criança vai para casa perguntar uma coisa que só os pais sabem.

Em qualquer extrato social?
Os filhos dos engenheiros, dos professores, dos jornalistas enfrentam o seguinte problema: a falta de tempo dos pais. O pai paga o professor particular, dá um computador melhor, mas não estuda com o filho. A comunicação continua interrompida entre as gerações. Ao trabalhar com isso, a escola devolve a dignidade. Quando os pais se tornam detentores de um conhecimento que interessa ao filho, ambos se beneficiam. Isso valoriza a geração mais velha e dá às crianças legitimidade para admirar os pais. “Poxa, até que essa geração mais velha tem algo a oferecer”, pensam. E é nisso que se inserem as tradições.

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/educacao/conteudo_349016.shtml

Paz é geralmente definida como um estado decalma ou tranquilidade, uma ausência de perturbações agitação. Derivada do latimPacem = Absentia Belli, pode referir-se à ausência de violência ou guerra. Neste sentido, a paz entre nações, e dentro delas, é o objetivo assumido de muitas organizações, designadamente a ONU.
No plano pessoal, paz designa um estado de espírito isento de ira, desconfiança e de um modo geral todos os sentimentos negativos. Assim, ela é desejada por cada pessoa para si próprio e, eventualmente, para os outros, ao ponto de se ter tornado uma frequente saudação (que a paz esteja contigo) e um objetivo de vida. A paz é mundialmente representada pelo pombo e pela bandeira branca.
Si vis pacem para bellum é uma locução latina que quer dizer: “Se queres a paz, prepara-te para a guerra”. Foi escrita pelo autor romano Publius Flavius Vegetius Renatus. A locução é uma de muitas provenientes do seu livro "Epitoma rei Militaris", que foi provavelmente escrito no ano 390 D.C. A expressão não se trata de espírito belicoso, como podem sugerir interpretações equivocadas.Trata-se, ao contrário, de uma exaltação à paz. Entretanto, a história da humanidade demonstra que a paz não contempla todos os povos, mas somente aqueles que têm a Inteligência de conquistá-la. Este é o grande propósito da Inteligência Operacional, pois "aquele que não estiver disposto a lutar pela sua paz, não a merece".
Esta frase também foi usada como mote pelo fabricante alemão de armas Deutsche Waffen und Munitionsfabriken e é a origem da palavra Parabellum, usada para designar calibre de armas de fogo e munições.
Também dita pelo personagem Frank Castle (Tomas Jane) em O Justiceiro. E por Humberto Gessinger, em sua composição "Hora do Mergulho".
OS SUPLEMENTOS DE À PAZ PERPÉTUA
Primeiro suplemento da garantia da paz perpétua 
A paz perpétua é avalizada, explica Kant (p. 46), por “nada menos do 
que a grande artista natureza [...] de cujo curso mecânico transparece 
visivelmente a finalidade de fazer prosperar a concórdia pela discórdia 
dos homens, mesmo contra sua vontade [...]”. A descrição sobre como a 
natureza garante a paz é uma bela passagem do livro, que reconecta o 
homem à Terra, integrando-o ao meio ambiente. A natureza proporciona 
condições de vida em todos os lugares do planeta, e se utilizou da guerra, 
entre si: para obter as mercadorias comercializadas por um outro povo, surgiram as primeiras transações comerciais, foi a natureza que proporcionou a oportunidade aos povos de estabelecerem relações pacíficas era preciso não hostilizá-lo quando visitava o Estado vizinho...  quando eu digo da natureza: ela quer que isso ou aquilo aconteça, isto significa e suas conseqüentes migrações, para assegurar que todos fossem habitados, mesmo aqueles que oferecem as condições mais adversas. (...)
................

Para garantir um estado de paz, Kant sugere a formação de uma liga 
de povos, que não seria o mesmo  que um Estado congregando povos, 
pois cada um tem e deve conservar a sua individualidade. A liga de povos resultaria de um contrato mútuo entre Estados livres, aliados por 
objetivos e compromissos comuns, em outras palavras, com direitos e 
deveres recíprocos. Formada a liga  de povos, haveria condições de se 
criar a liga de paz que, gradualmente, congregaria todos os Estados, tornando possível o desejo dos povos, individualmente e amparados por 
suas constituições republicanas, de atingir um estado de paz perpétua, 
isto é, duradoura, porque assentada no compromisso de direitos e deveres 
mútuos. Somente uma tal liga de nações poderia assegurar a instituição 
do estado de paz, ou a paz perpétua, como Kant a denomina. A premissa 
maior de Kant (p. 40-41), que tornaria possível a constituição e a manutenção de uma liga de povos e de uma liga de paz, é que a razão tem 
mais força do que o poder, e “a razão [...] condena absolutamente a guerra como procedimento de direito e torna, ao contrário, o estado de paz 
um dever imediato, que, porém, não pode ser instituído ou assegurado 
sem um contrato dos povos entre si  [...]”. Enquanto um tratado de paz 
determina o fim de uma guerra, uma liga de paz buscaria evitar todas as 
hostilidades. 
Kant (p. 40), acreditava que existe um princípio mau nas pessoas e, 
por isso, o estado de natureza, aquele que independe de leis exteriores, é 
o da guerra.  
Na atualidade, comenta Jares (2002), cresce o reconhecimento de que 
o conflito de interesses é um componente da vida humana, necessário e 
fundamental para o desenvolvimento  da pessoa e da sociedade. Pode 
haver paz no conflito, mas não pode haver paz na violência. 
Os povos, ou as gentes, para utilizar a expressão de Kant, precisam 
aprender a resolver os seus conflitos sem violência, sem guerras.  
Antes disso, as pessoas precisam aprender a conviver, cultivando a 
tolerância que, para Maldonado (1997), significa desenvolver a capacidade de vivenciar um conflito de modo positivo, buscando soluções justas para todos os envolvidos.  
Em outras palavras, é o argumento de Kant de que a razão tem o poder para instituir a paz desde que todos se comprometam.  
A paz perpétua deve ser entendida como um processo, para o qual todos, e cada um, precisam ser preparados, educados. Derivado do latim 
educare, o verbo educar tem também o sentido de cultivar, cultivar-se 
(FERREIRA, 1999), revelando-se como um processo, algo que se constrói gradualmente para atingir um fim determinado.  
O processo de construção da paz perpétua exige um investimento no 
cultivo da razão, tanto individualmente, de cada cidadão, quanto coletivamente, de um povo e dos povos. É dessa educação que depende a sobrevivência da humanidade, a preservação do meio ambiente e a felicidade do ser humano.  
É uma caminhada longa que, na verdade, não tem fim, e geração após 
geração precisa ser preparada, educada para construir e reconstruir a paz.

4 comentários:

  1. pow que pena eu naum sei fazer uma redação

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  2. pow que pena eu naum sei fazer uma redação

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  3. é????, foda-se...e volte para a escola

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  4. (kkkkkkkkk e isso e)

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