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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Proposta de dissertação. Analise as viagens espaciais.



Aliens podem destruir a humanidade para proteger outras civilizações, dizem cientistas da Nasa

Do UOL Ciência e Saúde
"O contato com extraterrestres seria um benefício ou preocupação para a humanidade? Um cenário de análises" é um artigo publicado por cientistas da Nasa. No texto, eles defendem que a crescente emissão de gases do efeito estufa pode mostrar para os ETs que nós somos uma ameaça em expansão.
Segundo eles, os aliens podem estar acompanhando as mudanças na atmosfera da Terra como um indício   de que nossa civilização está crescendo sem limites e podem tomar ações drásticas para que não nos tornemos uma ameaça grave.
Este é um dos diversos cenários descritos pelos cientistas, que apesar de acreditarem ser improvável, acham importante preparar a humanidade para o contato. Eles dividem as hipóteses em três categorias: benéficas, neutras e alarmantes.
As boas vão da mera detecção de inteligência extraterrestre, por exemplo, pela interceptação de comunicação alien, a contato com organismos cooperativos, que podem ajudar a avançar nossos conhecimentos e resolver problemas globais como a fome, pobreza e doenças.
Outro bom resultado seria vencer um grupo de ETs agressores ou até sermos salvos por outro grupo de aliens. Neste caso, os humanos além de sair com a moral mais alta pela vitória, ainda poderiam conhecer a tecnologia extraterrestre.
Os resultados mais desagradáveis surgiriam se eles causassem danos à humanidade, mesmo que por acidente. Os ETs poderiam chegar para nos comer, escravizar ou atacar, mas as pessoas poderiam sofrer ainda doenças aliens. Eles poderiam ainda querer realizar experiências catastróficas que poderiam dizimar uma parte da galáxia.
Para reforçar as chances de sobrevivência da humanidade, os pesquisadores pedem cautela no envio de sinais para o espaço, e em particular, alertam contra difusão de informação sobre a nossa constituição biológica, o que poderia ser usado para fabricar armas. Em vez disso, qualquer contato com ETs deve ser limitado ao discurso matemático "até que tenhamos uma ideia melhor do tipo de ET que estamos lidando", disseram os autores.
Os extraterrestres podem ser cautelosos com civilizações que se expandem muito rapidamente, uma vez que estas podem estar propensos a destruir a vida de outros à medida que crescem, assim como os seres humanos levaram à extinção espécies na Terra. No cenário mais extremo, aliens podem optar por destruir a humanidade para proteger outras civilizações.
Por isso, eles alertam para a diminuição na emissão de gases do efeito estufa, que alteram a atmosfera da Terra, que pode ser vista do espaço, e indicaria para os extraterrestres que nossa civilização está em expansão.  Se já temos motivos suficientes para evitar a emissão dos gases para preservar a vida no planeta, acabamos de ganhar mais um!
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''Explorar o espaço terá um efeito ainda maior; mudará completamente o futuro da raça humana e talvez determine se temos de fato algum futuro. Isso não vai resolver muitos de nossos problemas imediatos na Terra, mas nos dará uma nova perspectiva sobre eles e nos levará a olhar tanto para fora como para dentro. Com sorte, explorar o espaço poderia nos unir para enfrentar um desafio comum.

Essa seria uma estratégia de longo prazo - e por longo prazo entendo centenas ou mesmo milhares de anos. Poderíamos ter uma base na Lua dentro de trinta anos, alcançar Marte em cinqüenta anos, e atingir as luas dos planetas mais externos em duzentos anos. Com "alcançar" quero dizer vôos espaciais tripulados. Já mandamos um veículo não tripulado e pousamos uma sonda em Titã, uma das luas de Saturno, mas se considerarmos o futuro da raça humana, temos de ir até lá nós mesmos.

Ir para o espaço certamente não vai ser barato, mas exigirá só uma pequena proporção dos recursos mundiais. O orçamento da Nasa permaneceu grosso modo constante em termos reais desde a época dos pousos da Apollo, mas decresceu de 0,3% do PIB dos Estados Unidos em 1970 para 0,12% hoje. Mesmo que aumentássemos vinte vezes o montante gasto em empreendimentos espaciais internacionalmente, isso seria apenas uma pequena fração do PIB mundial.

Haverá quem argumente que seria melhor gastarmos nosso dinheiro resolvendo os problemas deste planeta, como a mudança climática e a poluição, em vez de desperdiçá-lo em uma busca possivelmente infrutífera por um novo planeta. Não estou negando a importância de combater a mudança climática, mas podemos fazer isso e ainda poupar um quarto de 1% do PIB mundial para o espaço. Nosso futuro não vale um quarto de 1%?
(...)
Há cerca de mil estrelas dentro de uma distância de trinta anos-luz da Terra. Se apenas 1% de cada uma delas tivesse planetas do tamanho da Terra na zona habitável, teríamos dez candidatos a novos mundos.

Com a tecnologia atual, seria possível revisitar nosso planeta, mas a viagem interestelar seria ainda uma meta de longo prazo, nos próximos duzentos a quinhentos anos.

A raça humana existe como espécie separada há cerca de 2 milhões de anos. A civilização teve seu início cerca de 10 mil anos atrás e a taxa de desenvolvimento tem aumentado regularmente. Mas, para que a humanidade continue existindo por mais 1 milhão de anos, teremos de ousar ir aonde ninguém jamais foi.

Stephen Hawking é astrofísico e catedrático da Lucasian Chair de Matemática na Universidade de Cambridge, Inglaterra

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Com Ciência - A pesquisa científica relacionada com o espaço tem sido tradicionalmente conduzida pelos países desenvolvidos. O sr. acredita que esta área tecnológica pode trazer benefícios sociais para os países mais pobres?
José Monserrat Filho - A Era Espacial começou em 4 de outubro de 1957 com o lançamento ao espaço do primeiro satélite feito pelo homem, o Sputnik, da ex-União Soviética. A conquista do espaço, portanto, começou há cerca de 44 anos. Neste período, é ainda relativamente muito pequeno o número de países com capacidade para realizar atividades espaciais e promover pesquisas científicas e tecnológicas sobre o espaço. Dá para contar nos dedos os países com capacidade para efetuar lançamentos espaciais: EUA, Rússia, França, China, Japão, Índia, Israel. O Brasil talvez venha a ser o próximo, se a terceira tentativa de lançamento do VLS (Veículo Lançador de Satélites) tiver êxito, este ano ou em 2002. Na realidade, a maioria absoluta dos lançamentos é feita pelos EUA, França/Europa, Rússia e China. O número de países que dominam a tecnologia de construir satélites é um pouco maior, mas não muito; anda em torno de 20, e aí, sim, entra o Brasil, que já produziu dois satélites de coleta de dados (SCD-1 e SCD-2), postos em órbita pelo foguete norte-americano Pegasus, da Orbital Sciences, e um satélite de sensoriamento remoto, em cooperação com a China, o CBERS (Chinese-Brazilian Earth Resources Satellite), lançado pelo foguete chinês Langa Marcha. Tem sido uma luta para fazer com que os benefícios do sensoriamento remoto (observação da Terra), por exemplo, cheguem à legião dos países em desenvolvimento, que certamente muito ganhariam com isso. Ocorre que uma das coisas mais difíceis no mundo de hoje é a transferência de tecnologia espacial. Assim, o homem penetra no espaço deixando atrás de si um planeta dividido entre um punhado de países que dominam a ciência e a tecnologia espaciais e os outros, mais de 150, cada vez mais distantes dos novos conhecimentos e técnicas dessa área estratégica

Com Ciência - Quais seriam as aplicações mais interessantes deste conhecimento para o Brasil?
Monserrat - Creio que os países pobres não deixarão de ser pobres enquanto não gozarem dos benefícios das tecnologias espaciais e enquanto não puderem participar de alguma forma das pesquisas científicas de ponta, entre elas as que se defrontam com os caminhos e os enigmas do Universo. As tecnologias espaciais permitem que os países tenham modernos sistemas de comunicação, conheçam e administrem melhor suas riquezas em todos os setores, e contem com competentes serviços de previsão do tempo. O Brasil é um país de dimensões continentais e óbvia vocação espacial. Impossível mapear, monitorar e aproveitar nosso vasto território, nossa imensa costa e nosso variadíssimo patrimônio de recursos naturais, de forma eficiente e sistemática, sem dados de satélite. Já fizemos muito em diferentes áreas das ciências e das tecnologias espaciais. Mas poderíamos ter feito muito mais. Formamos muita gente boa durante décadas, algo excepcional, embora depois tenhamos perdido grande número de especialistas e pesquisadores como resultado de uma política salarial perversa. Creio que o setor espacial ainda não tem a prioridade que poderia e deveria ter entre nós. Basta confrontar o Brasil e a Índia, cujas atividades espaciais começaram juntas, no começo dos anos 60. Hoje, a Índia está bem adiante de nós.
"A órbita geoestacionária é um recurso valiosíssimo e limitado. Não há lugar para todo mundo."



http://www.eca.usp.br/njr/voxscientiae/sandra_marao_45.htm

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