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terça-feira, 10 de agosto de 2010

O mundo no futuro



O que é Utopia? E Distopia?
Para saber acesse o texto no primeiro link.
Faça um resumo do sentido dessas palavras.
Depois, leia os textos da página.
Escreva uma dissertação na qual fique evidente se sua postura e utópica ou distópica. Pode usar argumentos seus, além dos que aparecem na coletânea.
( não consegui formatar as letras dos textos, elas ficaram desiguais)




http://matapurga.blogspot.com/2010/07/utopia-e-distopia.html


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Vagalumes e faróis
Publicado em 27/06/2010 | Rubens Ricupero
  • Neste texto Ricupero faz um apanhado da situação dos países e grupos poderosos. Não precisa ater-se a detalhes,mas ao que ele relata sobre os problemas. 
Três dramas revelam o que será o mundo no longo prazo: o desastre no golfo do México, as greves na China e a crise do euro
É possível que na perspectiva do tempo os problemas com o Irã não passem de meros vagalumes, como definia Braudel os eventos que brilham, mas não iluminam o caminho. Três dramas que se desenrolam no momento em outros lugares talvez revelem mais do que será o mundo no longo prazo: o desastre no golfo do México, as greves na China e a crise do euro.
Obama comparou o impacto que terá o derrame de óleo na consciência ambiental americana ao perdurável efeito do ataque terrorista do 11 de Setembro. Uma das primeiras vítimas tem sido o próprio presidente, atingido por esse inédito desgaste na hora em que principiava a sair do túnel da aprovação da reforma de saúde.
A última coisa de que precisava era de uma catástrofe ambiental no instante em que o desemprego não dá sinais de ceder, e a estratégia no Afeganistão começa a fazer água.
Haverá tempo para recuperar o terreno nas eleições para o Congresso este ano e, sobretudo, antes da sucessão presidencial em 2012? Terá o desastre a capacidade de comprometer as perfurações em águas profundas e estimular um acordo sobre o clima baseado em energia limpa e renovável?
Na China, a novidade veio da direção menos esperada: não da repetição de Tiananmen ou dos conflitos étnicos, mas das fábricas onde as multinacionais exploram mão de obra inesgotável para inundar o mundo de produtos baratos.
Serão as greves um fogo de palha destinado à supressão pela repressão policial? Ou são o começo do fim do modelo chinês baseado em exportações (75% do PIB) com salários baixos e moeda manipulada? Convencerão afinal o governo a crescer mediante o consumo interno, o que seria bom para os chineses e para todos?
A crise do euro dá razão ao chanceler Helmut Kohl: não pode haver moeda única sem união política. Só um governo central garante a mesma política de orçamento, de previdência, de benefícios sociais. Mas, será factível ter regras de vida comuns a povos tão díspares no comportamento como suecos e gregos, alemães e espanhóis?
A julgar pelo exemplo de flamengos e valões, de italianos do norte e do sul, afinal não tão distantes, é permitido duvidar da sabedoria da decisão da moeda única, ou da prematura expansão europeia além do núcleo duro original.
Nos três casos haverá consequências para o Brasil.
O aumento do seguro e dos custos das perfurações na véspera da capitalização da Petrobras projeta uma sombra sobre a viabilidade do pré-sal, cuja situação é ainda mais complicada em termos de profundidade e riscos. Uma decisão chinesa que permita aos salários e à moeda atingir nível realista reduziria a pressão sobre nossa ameaçada indústria e aliviaria o problema da apreciação do real.
A crise europeia, além dos efeitos sobre o comércio exterior e os investimentos, encerra uma lição: evitar no Mercosul imitação que, em nossa caso, seria uma loucura.
Não é muito o que podemos fazer. Ao menos, nas negociações sobre clima ou na reunião do G20 de Toronto, o Brasil deveria usar sua influência para que as decisões favoreçam um país como o nosso, rico em energia limpa e para que o comércio mundial se faça em condições de salário e câmbio sem manipulações.
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Rubens Ricupero, 
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Quando os cientistas mais importantes do mundo foram reunidos em uma base militar secreta na região desértica dos Estados Unidos para produzir a bomba atômica durante a Segunda Guerra Mundial muitos deles acreditavam que o artefato seria utilizado apenas para intimidar os inimigos dos aliados. Robert Oppenheimer, o líder do projeto ao lado do general Leslie Groves, chegou mesmo a declarar que todos aqueles cérebros privilegiados agiram de forma ingênua a ponto de desdenhar as possibilidades de uso bélico daquela tecnologia.
O lançamento das bombas sobre Hiroshima e Nagasaki em agosto de 1945 jogaram todas as suas crenças no lixo. E também, de certa forma, a idéia da neutralidade da ciência. Nem mesmo nas chamadas ciências duras persiste tal conceito. Os cientistas em seus jalecos brancos a produzir remédios, armas ou tecnologia de ponta têm interesses e objetivos previamente traçados. Esses pesquisadores trabalham para agências científicas governamentais, universidades públicas ou privadas, empresas de diversas nacionalidades e, em todos os casos, são motivados a criar produtos e idéias que dêem lucros e criem novas perspectivas para seus financiadores.
Isso não quer dizer que a busca de medicamentos que combatam o câncer ou solucionem o drama da Aids no mundo não tenham também uma perspectiva humanista. Os cientistas não são, como se pode pensar a partir das ponderações acima, ambiciosos desalmados em busca de fama, poder e dinheiro. Pelo contrário, em sua maioria são abnegados trabalhadores da ciência que sabem da importância e validade de seus experimentos.
Acredito que o idealismo ainda é a principal fonte de energia a mobilizar os esforços da comunidade científica. Além disso, o objetivo de lucro e sucesso não deve ser encarado como pecado mortal a envenenar a produção científica mundial. Mesmo porque a busca desses rendimentos envolve principalmente os investidores que mantém as empresas, universidades e governos que bancam as pesquisas. Ainda assim penso que não se pode repreender os financiadores motivados pelo pote de ouro escondido atrás de cada uma das descobertas da ciência. Se pensarmos assim estaremos sepultando a própria possibilidade de continuidade da ciência...
“A Ilha”, do diretor Michael Bay, a princípio um filme de ação sem grandes pretensões no que se refere à reflexão, nos leva a pensar e repensar os objetivos e pretensões da ciência ao abordar um dos tópicos mais polêmicos relativos a pesquisa atual, a clonagem. Como em outros filmes que utilizam laboratórios como um de seus cenários principais, “A Ilha” nos coloca diante de empresários e cientistas inescrupulosos, até mesmo caricatos, mas nos alerta para a necessidade de estarmos de olhos abertos e atentos para os eventuais desmandos e descaminhos da ciência...


http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=472

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O físico teórico Stephen Hawking, autor do livro Uma Breve História do Tempo, disse, em uma entrevista ao site Big Think, que se os seres humanos não encontrarem outro planeta para habitar serão extintos.
"Estamos entrando em uma período cada vez mais perigoso da nossa história", disse Hawkings. "Em muitos momentos no passado a sobrevivência foi uma questão perigosa e delicada", como a crise dos mísseis cubanos, em 1963, e a frequência desse tipo de situação "deve aumentar no futuro", disse o teórico.
Hawking defende que a humanidade está acabando rapidamente com os recursos naturais que da Terra e que o nosso código genético ainda "carrega instintos egoístas e agressivos". "Nossa única chance de sobrevivência a longo prazo é espalhar a humanidade no espaço", disse Hawkings.
Cientistas estimam que levaria pelo menos 50.000 anos para chegar na estrela mais próxima, com a tecnologia de propulsão atual. Para chegar lá com vida, os humanos teriam que desenvolver uma tecnologia que colocasse as espaçonaves a uma velocidade próxima da luz além de se proteger da radiação cósmica durante a viagem.





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