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terça-feira, 22 de junho de 2010

Correção Unesp 2003, correção na cor verde

http://matapurga.blogspot.com/2010/06/unesp-2003.html
CORREÇÃO

 Equilíbrio Funcional

Quando em 1848 Karl Marx publicou O Manifesto Comunista, ocorreu uma quebra do pensamento sistematizado então vigente: a acumulação de riquezas da classe dominante e a exploração dos trabalhadores. Muitos podem tê-lo er o classificado rebelde., Aapesar disso, Marx tinha um objetivo pensado, uma tese fundamentada. Isso, o que podemos chamar de rebeldia criativa, é o que faz mover nossa sociedade, sendo, portanto, necessário. O sociólogo conseguiu não só abrir o campo de visão de uma época, como os rumos da história do mundo.

A rebeldia sempre foi um comportamento ( evite expressões vagas, o pronome indefinido é uma delas )algo a ser reprimido e punido. Considerada uma afronta à sociedade, esta ( não vejo necessidade do ‘esta’, o verbo já resgata a rebeldia. Cuidado para não ‘viciar’ no ‘esta’, é o que tenho visto ultimamente, todo mundo usando muito este, está, desnecessariamente) pode ter um aspecto positivo se é dado a ela ( nem sempre é dado, o sentido criador impõe-se. Porque  , quase sempre, as idéias subversivas levam muito tempo para serem aceitas. Ás vezes, séculos. Não é o caso de dar-se a ela sentido positivo, creio que ficaria melhor dizer que elas podem ter um aspecto positivo quando trazem em seu BOJO fundamentos que são positivos para a sociedade. Não é o caso de dar-se sentido, entendeu?)um sentido produtivo, criador.
Parágrafo, pois você optou pelas idéias opostas. No mesmo parágrafo, fica muito ‘carregado’. Porém, é muito mais simples( não é uma questão de simplicidade. O contraventor não sabe se é simples ou não. Acho que você está se referindo à rebeldia sem causa. Talvez seja. Mas, Livia, não é questão de simplicidade não. É preciso buscar outro modo de dizer isso) ser um mero contraventor que se opõe ao que a sociedade estabelece sem clarear objetivos ou soluções à problematização, ou ainda se enquadrar ao senso comum sem acrescentar algo de novo ao meio a que pertence( você passou o rebelde sem causa ao conservador numa rapidez exagerada. Não explorou muito a rebeldia que se liga a modismos. Aliás, essa rebeldia quando acontece também requer cuidados. Como lidar com esse rebelde? O que Paulo Freire diz liga-se a toda a rebeldia não só à que frutifica em novos sistemas sociais. Cuidado para não escrever assim segmentado, como se estivesse classificando animais, ou frutas. Em ciências humanas essas classificações não conseguem fazer uma boa argumentação, Livia) . Esse tipo de comportamento traz a baderna e a desordem, ou a completa estagnação da sociedade. Dê exemplos desse comportamento, então. Quem sabe consiga ilustrar melhor seu texto. A evolução social depende da mudança de pensamento daqueles que podem alterar o meio em que vivem. Mas foi sufocado do mesmo jeito, Lívia. Você exalta a mudança do mundo, a que foi engendrada pelos rebeldes. Mas se esquece que tanto eles quanto quaisquer indivíduos que ousaram afrontar o status quo foram estigmatizados, sofreram preconceitos. O seu texto está muito organizado demais, quero dizer, de um lado a rebeldia do mal; do outro, a rebeldia boa. Não é disso que deveria tratar mas da educação que permite a rebeldia, a que não a vê como um terror. Seria preciso mostrar que em toda educação deve existir espaço para conviver com a transgressão, justamente porque é nessa manifestação que se poderá edificar um arcabouço ético. Não dá para colocar dum lado a boa rebeldia- a que promove a humanidade – e do outro – a má. O mundo muitas vezes dependeu de alguém que mostrou um lado diferente (lado diferente é expressão vaga)daquele que vigorava e conseguiu com isso mudar a história. O movimento feminista nos anos 60 e os direitos civis dos negros ilustram esse tipo de comportamento tão favorável ao progresso social.Os exemplos são bons.

É certo que é mais fácil e cômodo “ter aquela velha opinião formada sobre tudo”, mas sem a proposição de novos pensamentos que foram adquiridos através do que chamamos de rebeldia criativa, alterações hoje em dia essenciais talvez não tivessem ocorrido.Esse trecho em cinza é repetitivo, você já escreveu isso, com outras palavras, perceba) Porém, em certas vertentes que regem nossa sociedade, |(vertentes que regem nossa sociedade? Quais? Não acha que está vaga a expressão?)certo enquadramento é necessário para que exista uma comunidade coesa e que funcione adequadamente. Fica evidente portanto que o equilíbrio entre o enquadramento puro, ( o que é enquadramento puro? Não é expressão clara) que é submisso àquilo que não é positivo, e a completa rebeldia e anarquia( sabe o que seja anarquia? Rebeldia não é anarquia), é o que move nossa sociedade para a procura de aperfeiçoar seu funcionamento.

O homem é um ser produtivo e deve utilizar essa característica para seu benefício e crescimento. A consciência de que tanto o puro e simples enquadramento quanto a mais exacerbada rebeldia não levam a nada ( expressão muito coloquial) é necessária para que a estagnação seja superada. A evolução social depende da quebra de valores para que da tese e da antítese, a síntese seja positiva à sociedade.Do jeito que você expôs, a rebeldia ficou algo nada rebelde ou ameaçador, mas, sim, conservador, como se fosse parte de um mecanismo previsto.
Faltou explicar os pensamentos de Russel e de Paulo Freire.
Não está de todo má, mas ficou num esquema muito básico quando poderia ter explorado mais a proposta.
A rebeldia desestrutura, ameaça. Nem todos os pensadores a aceitam, ela é problema para o bom andamento do status quo.
Creio que o problema do texto liga-se a sua  vontade de ser concreta quando deveria ser mais abstrata, no sentido de que está lidando com idéias.Não me refiro a “viagens”, não é isso. Você tentou fazer uma classificação, assim feito  em biologia.
Usou expressões abstratas em excesso.
A coesão está boa; a concisão também.
Nota 5







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