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quarta-feira, 26 de maio de 2010

UFTM 2009

REDAÇÃO
Leia os textos apresentados para subsidiar a sua redação, que deverá ser produzida em conformidade com a norma padrão da
língua portuguesa. Lembre-se de apor um título ao seu texto.
Texto 1
Uma em quatro jovens americanas tem DST, diz EUA
Uma em cada quatro adolescentes de 14 a 19 anos de idade apresenta algum tipo de doença sexualmente transmissível (DST) nos
Estados Unidos, segundo um estudo do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) do governo americano.
Ao todo, o centro estima que cerca de 3,2 milhões de jovens estão infectadas com pelo menos uma das doenças sexualmente
transmissíveis mais comuns: papilomavírus humano (HPV), clamídia, herpes simples e tricomoníase.
O estudo apresentado na Conferência Nacional de Prevenção de DSTs, em Chicago, mostra que a incidência dessas doenças é
bem mais alta entre as adolescentes afro-americanas (48% estão infectadas com pelo menos uma delas) em comparação com as jovens
brancas e as de origem mexicana (apenas 20%).
Este foi o primeiro estudo a examinar a prevalência da combinação das DSTs mais comuns entre as adolescentes em todo o país.
A análise foi feita sobre dados coletados pela Pesquisa Nacional de Exame de Saúde e Nutrição de 2003 e 2004.
(www.estadao.com.br, 12.03.2008, acesso em 24.05.2009)
Texto 2
Jovens vão ser multiplicadores sociais nas escolas
Os jovens capacitados fazem parte da rede de ensino público de Fortaleza e Eusébio e integram o Grupo Gestor Jovem.
De 07 a 09 de maio, no Hotel Mareiro, em Fortaleza, acontece o Curso de Capacitação para Multiplicadores do Programa Saúde
e Prevenção nas Escolas, voltado para adolescentes pertencentes ao Grupo Gestor Jovem – GGJ, matriculados em escolas públicas
de Fortaleza e Eusébio. Esse é o segundo momento do curso, que tem 40 horas-aula.
O evento é uma promoção conjunta da Coordenadoria de Pós-graduação em Vigilância da Saúde da Escola de Saúde Pública do
Ceará (ESP-CE) e Núcleo de Prevenção e Controle de Doenças e Agravos (Nuprev), da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa).
A capacitação pretende discutir temas relacionados às DSTs, visando contribuir para a aprendizagem dos jovens, estimular a participação
nas discussões e ações voltadas à saúde e sensibilizá-los a atuarem como multiplicadores sociais, disseminando conhecimentos
de prevenção entre seus pares.
Também os profissionais de educação e saúde estão sendo sensibilizados a entrar nesse movimento, através de capacitações
específicas do Programa Saúde e Prevenção nas Escolas. Nos dias 22, 23 e 24 de abril, profissionais de 26 municípios cearenses, das
microrregiões de Tauá, Brejo Santo, Camocim, Tianguá e Granja participaram de um seminário. De 18 a 20 de maio está previsto um
novo seminário destinado a profissionais da Coordenadoria Regional de Saúde de Sobral.
(www.ceara.gov.br/noticias)
Texto 3
Doença ainda é muito grave
Apesar de a Aids hoje em dia ser considerada uma doença crônica, ela não deixou de ser grave, da mesma forma que outras
doenças crônicas graves como a diabetes (que pode causar cegueira, amputações e morte). “Por existir medicações que controlam a
doença, muitos jovens estão deixando de se cuidar e de se preocupar com a Aids. Está havendo uma banalização perigosa, como se a
doença tivesse deixado de ser grave. Não deixou. Doença crônica não é sinônimo de doença leve. Aids é uma doença crônica, é grave
e mata”, explica o infectologista Juvêncio José Duailibe Furtado, da Sociedade Brasileira de Infectologia e membro da Comissão
Nacional de DST/Aids. Por isso, não dá para transar sem usar camisinha.
No mundo todo, milhões de pessoas ainda morrem todos os anos por causa da doença – normalmente, pessoas que demoraram a
fazer o diagnóstico, o que torna o tratamento mais difícil, ou que não têm condições de comprar os remédios (no Brasil, o tratamento
é gratuito e garantido por lei a todos os soropositivos). Na África, por exemplo, as crianças que nascem soropositivas morrem antes
dos 5 anos.
Além de ser uma doença fatal, o próprio tratamento também provoca uma série de efeitos colaterais desagradáveis. “No começo
do tratamento, um dos remédios me dava muita tontura. Outros dão dor de estômago, diarréia”, conta Katia, 18. “Mas antes dos remédios
era muito pior, pois eu vivia doente, com pneumonia, tuberculose.”
(Folha de S.Paulo, 10.04.2006)
Com base nas informações apresentadas nos textos de apoio e em outras de seu conhecimento, elabore um texto dissertativo,
discutindo a importância da conscientização da sociedade e, em especial, dos jovens, no que diz respeito às doenças sexualmente
transmissíveis, levando em conta a possibilidade de obterem e divulgarem informações sobre essas doenças no mundo

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