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terça-feira, 25 de maio de 2010

PROPOSTA INVENTADA PARA A ESPM.


  •  Escreva uma dissertação na qual você posicione-se a respeito da propaganda ( e do marketing) sustentável.Tendo em vista o fato de que ela vem se tornando um modismo e inclusive tenha agregado para si a pecha de ser uma grande falácia, é possível ainda acreditar na sua eficácia?


    A palavra sustentável é mais do que um conceito, virou uma marca rentável. É vendida exaustivamente por empresas que desejam atrelar seus produtos a um selo que pode trazer bons retornos. O quanto lançamentos com essa marca realmente ajudam o meio ambiente e o quanto não passam de discurso para surfar numa onda lucrativa é o que este blog mostrará. Nossos posts semanais desmistificarão o já etéreo sustentável para mostrar, objetivamente, o que, de fato, é ecologicamente correto.
    Da Revista Galileu 
    Leia aqui
    http://colunas.galileu.globo.com/verdadeinconveniente/tag/predio/

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Neste link a propaganda falsamentesustentável
http://www.propagandasustentavel.com.br/site/show.asp?post_id=113

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domingo, 23 de maio de 2010


Relatórios de Sustentabilidade - Parte 1

Uma das maneiras mais interessantes das empresas divulgarem suas ações de sustentabilidade e responsabilidade social empresarial (RSE) é através de Relatórios de Sustentabilidade.


Essa prática surgiu com a divulgação de Balanços Sociais, que apresentavam as ações filantrópicas e patrocínios empresariais para projetos sociais e culturais. Mesmo tendo um viés assistencialista, os Balanços Sociais tiveram grande importância para trazer a RSE para a agenda empresarial. O Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE) desenvolveu um modelo de relatório que teve grande adesão no final dos anos 90 no Brasil.
Com a evolução do conceito de RSE os Balanços Sociais perderam seu sentido. As empresas passaram a incorporar novas perspectivas e indicadores ao seu negócio, que não cabiam no modelo do IBASE. No mundo todo, as empresas relatavam suas ações, como forma de divulgar suas ações e mostrar aos acionistas como a empresa trata a sustentabilidade.

Porém, muitas críticas surgiram sobre a qualidade e veracidade desses relatórios. Nesse sentido, foi criado em 2000 o padrão de relatórios da Global Reporting Initiative (GRI), que surgiu para trazer um modelo de relatório de RSE que fosse transparente, e verificável e envolvesse todos os stakeholders.



Esse modelo é baseado no conceito do Tripple Bottom Line, também conhecido como o "tripé da sustentabilidade", que traz à tona a importância sobre a divulgação de ações e impactos em 3 esferas, que garantam o sucesso e perenidade de uma organização: econômico, social e ambiental.

Hoje, o modelo G3 do GRI, lançado em 2006, é uma das ferramentas mais importantes para um gestor da área de sustentabilidade. Em 2008, 100 empresas brasileiras divulgavam seus relatórios de sustentabilidade, sendo 20 no padrão GRI, segundo estudo da consultoria americana SustainAbility. Dentre essas empresas, estão, por exemplo, Natura (pioneira), Usiminas, CPFL e (pasmem) o Atlético Clube Coríntians.

A divulgação de relatórios de sustentabilidade ou ESG (environmental, social and governance) é uma tendência clara no mundo. Porém, ainda existem alguns desafios importantes pra que essa se torne uma prática comum. Esses obstáculos serão tratados na Parte 2 do post.

CONTINUE AQUI

http://2020sustentavelmktverde.blogspot.com/

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